Pré e pós parto: o que muda na mulher?

A gestação é uma das fases mais bonitas e desafiadoras da vida de uma mulher. São inúmeras as mudanças no corpo que ocorrem durante a gravidez que são completamente necessárias para permitir o melhor desenvolvimento do bebê e preparar a mamãe para o parto. Na gravidez, ocorrem alterações hormonais, anatômicas e metabólicas. As principais modificações da fisiologia materna ocorrem no sistema cardiocirculatório, respiratório e gastrintestinal, além das metabólicas e hematológicas. Em termos estéticos, durante a gravidez ocorre episódios como retenção de líquidos, manchas na pele, flacidez no busto, inchaço nas pernas, varizes, estrias e celulite.  O corpo da grávida se transforma de maneira inevitável. O peso não apenas sobe, como o quadril se alarga para a passagem do feto, a musculatura abdominal distende e o tecido mamário aumenta para o aleitamento. E essas estruturas nem sempre voltam para o aspecto original – muito menos acontecem em tempo recorde.  Após o nascimento do bebê, os olhos da família não devem se voltar apenas ao recém-nascido. É preciso observar a saúde da mãe no chamado puerpério. Além dos desafios da amamentação, da privação de sono e das transformações na dinâmica familiar, algumas condições ou mudanças fisiológicas tornam as mulheres mais frágeis nessa época, entre elas o retorno do organismo à suas condições pré-gravidez. Além disso, no pós-parto ocorrem desconfortos físicos, emocionais e psicológicos que envolvem a amamentação e outros relacionados ao parto vaginal ou cesárea.  Muitas futuras mamães de primeira viagem não sabem, mas o corpo enfrenta alguns processos após o nascimento do bebê. O sangramento pós-parto, chamado loquiação, é uma dessas mudanças que a mulher terá que conviver por algumas semanas até que o útero volte ao tamanho normal. É um processo natural que acontece até seis semanas depois do parto, composto por sangue, muco e restos de tecido do útero, o sangramento é vermelho-vivo ou escuro e pode sair até coágulos, pode ocorre em ambos os tipos de parto, tanto o normal quanto a cesárea. Nos primeiros dias após o parto as mamas produzem o colostro, um precursor do leite materno, rico em minerais, proteínas, vitamina A e imunoglobulinas. No terceiro ou quarto dia ocorre a apojadura, que é a formação do leite materno para a amamentação. A mulher sentirá suas mamas crescerem, ficarem quentes e pesadas. Pode ser acompanhada de fraqueza, cansaço, mal-estar e, eventualmente, febre baixa. A amamentação fortalece o laço afetivo entre mãe e filho, trazendo benefícios tanto para o bebê quanto para a mãe. É durante a amamentação que o lactante tem acesso à inúmeros benefícios nutricionais, imunológicos, desenvolvimento cognitivo, além de diminuir a taxa de morbimortalidade infantil. O ato de amamentar é um processo natural e fisiológico da espécie, porém pode ser afetado por inúmeras causas, tanto socioculturais como físicas (ESTEVES, 2017). Apesar de todos os seus benefícios, a amamentação pode ser desafiadora nas primeiras semanas em que a mãe e o bebê ainda estão se adequando à nova rotina e a produção de leite adequada. No entanto, alguns fatores que comprometem o bom andamento de uma amamentação adequada, como informações insuficiente no ensino à gestante desde o pré-natal sobre o tema específico relacionada ao autocuidado (prevenção e tratamento) e enfrentamento de complicações na amamentação, que ocorrem com grande prevalência na sociedade, como as fissuras mamárias (FILHO et al., 2011). As lesões mamilares que acometem as puérperas durante a lactação podem levar ao desmame precoce devido a dor intensa que a mulher sente no momento da sucção do bebê (AMERLIN et al., 2019). Apesar das intercorrências enfrentadas, não é recomendado interromper totalmente o aleitamento para que não acarrete um desmame precoce, o que pode causar uma falha na saúde da população (BRASIL, 2017). A fissura mamária se caracteriza como uma lesão decorrente do posicionamento e pega incorretos da criança durante o aleitamento materno, que por sua vez é causa mais comum de dor ao amamentar (CERVELLINI et al., 2014). Para o tratamento de fissuras mamárias, o Recover, Laser Duo e o Emilight da MMO contribuem para uma reparação tecidual mais rápida e eficaz por meio do Laser/LED sendo uma consequência dos seus efeitos anti-inflamatório, analgésico e regenerativo. A FBM é apropriada para o tratamento e alívio da dor mamilar, pois provoca ação anti-inflamatória gerando analgesia, acelerando a cicatrização e a redução da dor (CAMARGO et al, 2019). Além do uso em fissuras mamárias, os equipamentos Recover, Laser Duo ou Emilight apresentam resultados em lesões decorrentes de partos vaginais, onde a maioria das mulheres apresenta algum nível de lesão perineal, que surge em decorrência de laceração espontânea ou de episiotomia. O Ministério da Saúde recomenda alguns cuidados especiais no período do puerpério: – Parto normal: se houve corte próximo à vagina (episiotomia), mantenha a cicatriz bem limpa, lavando-a durante o banho ou após urinar e evacuar; seque bem o local. A região em cicatrização pode ficar dolorida, e os pontos caem sozinhos. – Parto cesariana: mantenha a cicatriz bem limpa, lavando-a durante o banho e secando-a bem. Os pontos deverão ser retirados em 8 a 10 dias. Siga todas as orientações do seu médico. Nós sabemos que o puerpério é uma fase delicada e única e se cuidar neste momento é primordial. Os equipamentos da MMO como o Recover, o Laser Duo e o Emilight quando associados ao manejo clínico adequado, podem contribuir com a cicatrização de lesões mamilares, diminuição do edema e da dor, tratamento de candidíase mamária, mastite, cicatrização da incisão cirúrgica (quando cesárea), bem como cicatrização perineal, de lacerações e episiotomias, melhorando o aspecto da cicatriz através de uma recuperação muito mais rápida. Além de sua aplicação ser indolor e não apresentar efeitos colaterais quando bem aplicada. Os equipamentos Recover e Laser Duo podem ser aplicados de forma sistêmica, através da “Técnica ILIB”. Esta técnica é a Fotobiomodulação Sistêmica Vascular, uma modalidade terapêutica realizada com o intuito de promover efeitos benéficos a todo o corpo, combatendo os radicais livres, aumentando a capacidade do próprio organismo em produzir energia (ATP), é auxiliar na regulação do sono e contribui com a sensação de bem-estar, entre outros. Mais informações e download dos protocolos no

Microagulhamento capilar fotobiomodulado

Na tricologia o LED é utilizado para terapia capilar, através da luz vermelha é possível estimular a produção de ATP (Adenosina trifosfato), aumentar o fluxo sanguíneo para a raiz do cabelo, gerando mais nutrientes para as células do folículo capilar, já com a luz azul promovemos o brilho e sedosidade aos fios. CASO CLÍNICO Profissional: Sandra Costa / Claudilene Araujo Área de atuação: Esteticista e Cosmetóloga Idade e sexo do paciente: 30 anos, masculino Protocolo: Microagulhamento Fotobiomodulado Capilar Descrição do protocolo em passo a passo: 1. Higienizar: aplicar fluído higienizador com clorexidina, massagear e remover com água. 2. LED Azul: aplicar modo varredura em toda a região a ser tratada por 2 minutos. 3. Aplicação da técnica de microagulhamento com produto específico para tratamento capilar com fatores de crescimento para uso estético. 4. LED Vermelho: aplicar em toda a região de tratamento, 4J por ponto. Número de sessões: 12 Intervalo entre sessões: as 6 primeiras sessões com intervalo semanal e as 6 últimas sessões com intervalo quinzenal. Foto do 1º dia de tratamento: Observações sobre o caso:Paciente: Fez uso de shampoo específico para a disfunção e loção a base de fatores de crescimento para potencializar os efeitos do tratamento home care.Após 4 sessões semanais os fios ficaram mais espessos e novos fios começaram a aparecer. Foto do último dia de tratamento:  Sandra CostaEsteticista Especialista em Cosmetologia e MarketingConsultora Técnica MMO

Lifting de pálpebras com eletrocautério

Da avaliação assertiva a resultados surpreendentes. O processo do envelhecimento inicia-se desde o nascimento e intensifica-se a partir dos 25 anos de idade. Não se trata de uma mera passagem do tempo, mas sim de uma manifestação de vários eventos biológicos que ocorrem ao longo de um período. Suas causas são multifatoriais, tendo em destaque os fatores cronológicos, ambientais, genéticos e epigenéticos que geram consequências visuais na pele. Um dos grandes sinais visíveis do envelhecimento cutâneo é a flacidez da pele e as temidas rugas. Elas são consequência das mudanças genéticas, hormonais, o estresse oxidativo por influência de fatores externos, que causam a modificações das funções celulares levando ao envelhecimento precoce. A região da área dos olhos, incluindo as pálpebras é a mais afetada da face, visto que a pele dessa região é muito fina, ela sofre com processos do envelhecimento mais rápido, aparentando a flacidez de pálpebras e as rugas com mais frequência. Os métodos de rejuvenescimento são usados para minimizar o impacto do envelhecimento, e atualmente existem inúmeros tratamentos para melhorar os sinais da idade, dentre eles tem ganhado muito espaço os procedimentos estéticos que promovem uma lesão tecidual com o objetivo de buscar o reparo da pele e promover o rejuvenescimento. Aqui vamos destacar o Eletrocautério. Eletrocautério O Eletrocautério é uma tecnologia inspirada na eletrocirurgia, que se refere à utilização de um bisturi, que faz a passagem de corrente elétrica alternada de alta frequência através do tecido para atingir um efeito cirúrgico específico. A produção de calor e o dano ao tecido térmico são responsáveis pelos efeitos teciduais na eletrocirurgia. No caso do eletrocautério, diferente da eletrocirurgia, uma ponteira metálica é aquecida através da corrente elétrica, e então é aplicada promovendo uma cauterização (queimadura) superficial na pele. Como nenhum calor é gerado em tecidos mais profundos, o eletrocautério é bem aplicado para a destruição da camada de tecido superficial. Por este motivo essa tecnologia vem crescendo e atingindo resultados satisfatórios em retração de pele na face e especificamente na área dos olhos, sendo bem indicada em procedimentos para lifting de pálpebras. Como definição, cauterização é um termo médico usado para descrever o ato de queimar parte do corpo humano para remover ou fechar alguma região. Em relação ao seu uso na estética, esta técnica vem sendo muito utilizado no rejuvenescimento, sua ação é decorrente da ação da corrente elétrica na superfície do tecido que irá promover uma queimadura superficial controlada, e dependendo da intensidade da corrente esta por sua vez irá desencadear microlesões seguida de processo inflamatório. Desta forma, dispara jatos de energia elétrica em um campo magnético seco, no caso, a pele, e não necessita de meios condutores. Este processo inflamatório causado, devido as lesões por cautério, promovem na pele a necessidade de auto reparo da lesão, desta forma a recuperação da pele, diminui a flacidez deixando o aspecto mais jovial. Terapia de Reparo Tecidual para Lifting de Pálpebras O uso da Terapia de reparo tecidual tem sido cada vez mais abordado entre os profissionais da área da saúde e estética, como um dos melhores meios de tratar ou prevenir o envelhecimento cutâneo, na questão dos resultados rápidos e efetivos. Quando bem indicado, promover uma lesão superficial e controlada, gera um processo inflamatório na região da área dos olhos, a recuperação da lesão gera a retração da pele com efeito lifting e também diminui a flacidez, deixando um aspecto mais jovial para o rosto e destaque no embelezamento do olhar. O processo de cicatrização é dividido didaticamente em três fases: 1) a inflamatória, 2) a proliferativa ou granulação e 3) a de remodelamento ou maturação (fig 1). O principal objetivo é induzir a formação de um novo colágeno que é a proteína mais abundante no corpo humano e é o principal componente da matriz extracelular dos tecidos. O processo cicatricial é comum a todas as feridas, independentemente do agente que a causou, é sistêmico e dinâmico e o resultado final deste tratamento está diretamente relacionado às condições gerais do organismo. As Pálpebras A pele das pálpebras é considerada sensível porque é altamente vascularizada, mais fina e frouxamente aderida aos tecidos subjacentes. (fig.2) Por este motivo que facilmente nesta região permite que em situações de inflamação ocorra a formação de edema, muito comum nos procedimentos de eletrocautério. A função das pálpebras é manter a integridade da superfície da córnea e a sua fina camada de lágrima. Quando piscamos, as pálpebras espalham a película lacrimal ao longo da superfície da córnea, formando uma superfície suave de grande qualidade óptica. As pálpebras servem também para proteger o globo ocular, mantendo-o na sua posição no conteúdo orbitário. Esta função de suporte, é possibilitada pelas propriedades elásticas das pálpebras. Como se trata de uma pele muito fina e exposta, ela facilmente desidrata e inflama com facilidade se tornando mais sensibilizada, portanto ao fazer procedimento de eletrocautério necessita de cuidados especiais. Importância da Avaliação e Preparo da Pele Para o sucesso dos resultados, nos procedimentos onde se faz necessário o processo de reparo tecidual, como é o caso do eletrocautério, é muito importante que a pele esteja em condições de se auto reparar. É de suma importância e responsabilidade do profissional avaliar o estado nutricional, a vascularização, o teor de hidratação e o fototipo da pele, para evitar as intercorrências e obter sucesso no processo cicatricial. Com este conhecimento o profissional pode adequar a intensidade da corrente e assim controlar a lesão a ser provocada, obtendo o melhor resultado de acordo com as possibilidades de reparo que a pele pode oferecer. Para uma avaliação precisa e segura, é indicado o uso da luz de wood, ou a avaliação por fluorescência óptica para auxiliar no diagnostico, evitando as intercorrências no processo de cicatrização com a aplicação indevida da técnica de eletrocautério. Também as condições da pele de produzir um bom colágeno se fazem necessário para evitar erros de cicatrização. Portanto é imprescindível a avaliação para um diagnóstico assertivo e que a pele seja preparada para receber a técnica do eletrocautério, estando bem limpa, hidratada e

Rejuvenescimento facial através da fotobiomodulação

O equipamento Vênus utiliza a luz gerada através de LEDS e LASERS para ação analgésica, anti-inflamatória e inúmeros benefícios por meio de processos não invasivos como a fotobiomodulação e um dos protocolos mais procurados na área da estética é o de rejuvenescimento facial. Os comprimentos de onda de luz que são emitidos, irão penetrar na pele e à medida que a luz é absorvida pelas células da derme, a reparação tecidual é acelerada, ocorrendo a vasodilatação. A estimulação das células de colágeno irão proporcionar firmeza e revitalização da pele, suavização das linhas finas e rugas, além disso a ação da luz resulta na retenção de umidade, gerando a diminuição de ostios (poros) dilatados. CASO CLÍNICO REALIZADO COM O EQUIPAMENTO VÊNUS Profissional: Sandra CostaÁrea de atuação: Esteticista e Cosmetóloga Idade e sexo do paciente:  47 anos, mulher, ClerProtocolo: Rejuvenescimento facial Descrição do protocolo passo a passo: 1. Higienizar: aplicar fluído higienizador, massagear e remover com água. 2. LED Azul: aplicar em toda a região a ser tratada por 4 minutos. 3. LASER Infravermelho: aplicar 4J nos pontos de musculatura e sustentação da face com ativos específicos para a disfunções tratadas. 4. LASER Vermelho: aplicar em toda a região de tratamento, 4J por ponto. 5. LASER Âmbar: aplicar em toda face, modo vital. Número de sessões: 12 sessõesIntervalo entre sessões: 7 dias Observações: Foi realizado 1 sessão de Microagulhamento Fotobiomodulado no início e após 5 sessões com ativos para as disfunções em questão; e as outras sessões com 7 dias de intervalo de Fototerapia associada à Dermocosméticos. Sandra CostaEsteticista Especialista em Cosmetologia e Marketing.Consultora Técnica MMO

Atuação do Enfermeiro Podiatra na área da Fotobiomodulação

A Podiatria é uma especialidade da enfermagem voltada para os cuidados dos pés, incorporando conhecimentos de anatomia, fisiologia, biomecânica e enfermidades dos pés, levando em consideração, além da manutenção ou recuperação da saúde, alterações posturais e da biomecânica da marcha com foco na reabilitação. A principal função do enfermeiro podiatra é a avaliação dos pés, identificando indícios de risco que possam comprometer a habilidade funcional do indivíduo (ABENPO, 2022).No Brasil, desde 2008 já conta com a atuação do Enfermeiro Podiatra como parte integrante na equipe multidisciplinar de tratamento dos pés. O envelhecimento e as doenças crônicas, como o Diabetes Mellitus (DM), podem ocasionar diversos problemas nos pés como, por exemplo, feridas complexas e de alta gravidade.A podiatria atua na prevenção, detecção precoce, tratamento e reabilitação dos pacientes com diversas doenças. Os pacientes com DM possuem taxa de incidência anual de úlceras plantares de 2%, além do risco de 25% de desenvolvimento destas ao longo de suas vidas. Cerca de 85% das amputações de membros inferiores em pacientes com DM são precedidas de úlceras, sendo os seus principais fatores de risco a neuropatia periférica (NP), deformidades nos pés e traumatismos. As alterações de ordem neurológica e vascular em extremidades, provocadas pelo quadro DM, produzem distorções na anatomia e fisiologia normais dos pés.A alteração do trofismo muscular e da anatomia óssea dos pés provoca o surgimento de pontos de pressão, enquanto o ressecamento cutâneo prejudica a elasticidade protetora da pele e o prejuízo da circulação local torna a cicatrização mais lenta e ineficaz. Em conjunto, essas alterações aumentam o risco de úlceras nos pés, podendo evoluir para complicações mais graves, como infecções e amputações. Além das úlceras plantares outra situação de complicação nos membros inferiores bastante recorrente na população que convive com o diabetes são as micoses, principalmente aquelas que acometem as unhas (onicomicose) e/ou na região interdigital (tínea pedis) (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2016). O enfermeiro podiatra deve ofertar cuidados especializados, seguros e de qualidade, utilizando-se das inovações tecnológicas disponíveis. No âmbito das tecnologias, destaca-se a laserterapia de baixa intensidade ou fotobiomodulação (FBM) (NORONHA, 2019). A Fotobiomodulação é um recurso terapêutico de baixo custo e eficiência comprovada no tratamento de feridas, como é o caso das úlceras do pé diabético, pois tem a capacidade de acelerar o processo de reparo tecidual, melhorar a qualidade da cicatrização, estimular a microcirculação, proporcionar efeito anti-inflamatório, antiedematoso e analgésico (NORONHA, 2019). Nesta perspectiva, a MMO disponibiliza de dois equipamentos, o RECOVER e o EMILIGHT que contribuem para uma prática clínica com excelência, inovação, qualidade, rapidez, efetividade e segurança. Conheça as sugestões de tratamento, baixando o caderno de protocolos: www.mmo.com.br/protocolos Referências Bibliográficas: ABENPO. Associação Brasileira de Enfermagem em Podiatria Clínica. Disponível em: https://www.abenpo.com.br/. Acesso em: 25 de abril de 2022. Ministério da Saúde (2016). Secretaria de Atenção à Saúde. Manual do pé diabético: estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica. Diário Oficial da União. Brasília. Disponível: http://www.as.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/manual_do_pe_diabetico.pdf. Acesso em: 25 de abril de 2022. NORONHA, J. A. F (2019). Fatores associados à alteração da percepção sensorial tátil nos pés de pacientes com diabetes mellitus: Tese (Doutorado). Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Enfermagem. 176 f. Colaboração: Professora Elissandra Moreira ZanchinConsultora em Enfermagem na MMO Dra. Karen LaurentiConsultora em Fisioterapia na MMO

Técnica ILIB (Fotobiomodulação Sistêmica Vascular)

O que é?A terapia por meio do ILIB (do inglês “Intravascular Laser Irradiation of Blood”), também chamada de Fotobiomodulação Sistêmica Vascular (FSV), utiliza a luz vermelha ou infravermelha para estimular a região a nível sistêmico (CRONSHAW et al., 2020) – por meio da aplicação, por exemplo,  na artéria radial, o que resulta no aumento da microcirculação, produção de trifosfato de adenosina (ATP), óxido nítrico (NO) e reativas espécies de oxigênio (ROS) e, consequentemente beneficia todo o organismo. A FSV é um método seguro e eficaz especialmente para distúrbios sistêmicos, traz benefícios de analgesia, anti-inflamatório, vasodilatador, antialérgico, imunocorretivo, espasmolítico, bioestimulante, antiarrítmico, antitóxico, antibacteriano, anti-hipóxico, mecanismo de cura sistêmica, aumento na sintese de ATP e formação de energia nas células, entre outras propriedades (TOMÉ et al., 2020), sendo amplamente aplicado no tratamento de diferentes patologias. Como funciona? Lizarelli e colaboradores citam que devido a sua ação, a terapia reduz o colesterol, a glicose, estabiliza o estado hormonal e do sistema imunológico (MAKELA, 2005). De acordo com Lizarelli (2021) antes de iniciarmos o tratamento com o ILIB, devemos levar em consideração o perfil sistêmico de cada paciente. Faz-se necessário a anamnese completa do paciente, que inclui o fototipo de pele, uso de medicamentos fotossensibilizantes (por exemplo: ácido retinóico, Sertralina, Zolpidem, Fluoxetina, Haloperidol, entre outros) exame bioquímico, preenchimento de um questionário integrativo, aferição da pressão arterial e oximetria. Indicações É de suma importância entender a qualidade de vida do paciente, sua dieta, suas disfunções metabólicas, seus hormônios, suas enfermidades e, o motivo pelo qual poderíamos indicar o tratamento com a FSV. Atualmente, a única contraindicação é a leucemia, devido à falta de estudos científicos. Independente da proposta do tratamento, sempre haverá ganho sistêmico e os locais de aplicação podem ser: – transcutânea: temporais superiores, médias e posteriores, pré-centrais e centrais (córtex motor), carótidas, faciais, vertebrais, jugulares, supra-claviculares, cubita mediana, safenas, poplíteas, dorsais e tibiais posteriores e, – transmucosa: intra-nasal (ponta do laser voltada para a linha mediana) e assoalho da boca (sublingual). Cuidados Durante o tratamento, o paciente não deve sentir nenhum tipo de desconforto. Caso o paciente sinta como se estivesse queimando o local onde a pulseira está inserida com o equipamento, deve-se interromper imediatamente o uso da técnica ILIB. É importante realizar a técnica com um profissional capacitado. Por isso, o profissional deve estar atento ao fototipo do paciente para que se evite queimaduras. Tipo de queimadura após aplicação com a técnica ILIB. Por fim, tornam-se evidentes os benefícios e limitações (fototipo alto e medicamentos fotossensibilizantes), impactos relevantes na aplicação da FSV nas mais diversas áreas da saúde. A terapia auxilia o organismo de forma sistêmica e também local, colaborando para o tratamento de diversas patologias. A MMO disponibiliza do Recover e do Laser Duo para a técnica de FSV nos comprimentos de onda na faixa do vermelho e infravermelho, ambos já parametrizados nos equipamentos. Mais informações, acesse: www.mmo.com.br REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: CRONSHAW, M., PARKER, S., ANAGNOSTAKI, E., MYLONA, V., LYNCH, E., GROOTVELD, M. (2020). Photobiomodulation Dose Parameters in Dentistry: A Systematic Review and Meta-Analysis. Dentistry Journal, 8(4), 114. LIZARELLI, R.F.Z., GRECCO, C., REGALO, S.C.H., FLORES, F.L.E., BAGNATO, V.S. A pilot study on the effects of transcutaneous and transmucosal laser irradiation on blood pressure, glucose, and cholesterol in women. Heliyon 7 (2021) e07110. MAKELA, AM; Theoretical backgrounds for light application in diabetes. Laser, Florence – 2005. ColaboraçãoDra. Karen LaurentiConsultora de fisioterapia na MMO

COMUNICADO IMPORTANTE

Informamos que existem revendas no mercado que NÃO ESTÃO AUTORIZADAS a ofertar, promover ou vender produtos MMO. Tais revendas não fazem parte da nossa rede credenciada, pedimos que desconfiem de preços muito abaixo do mercado. Exemplo: O marketplace OLIST NÃO é uma revenda autorizada MMO, não indicamos a pesquisa por nossos equipamentos neste canal. Você encontra as REVENDAS AUTORIZADAS, em nosso site: www.mmo.com.br/buscar-revendas Sugerimos aos clientes que efetuem a compra dos produtos MMO apenas com revendedores e representantes autorizados, em caso de dúvidas, consulte o departamento comercial pelo fone (16) 3411 5060.

As possibilidades terapêuticas da Luz Azul

Para os Cirurgiões-Dentistas, a luz azul representa uma ferramenta, clinicamente, muito importante. Desde meados dos anos 1970, que é, através dessa porção fotônica na faixa espectral de 470 +- 20nm, que os materiais resinosos restauradores e cimentantes têm sido fotopolimerizados, permitindo uma manipulação mais facilitada nos procedimentos clínicos de dentisteria. Com o surgimento da Harmonização Orofacial (HOF), mas também, com o estabelecimento da Fotobiomodulação nos procedimentos faciais em outras áreas da saúde e bem-estar, a luz azul conquistou seu lugar nos protocolos para tratamentos das disfunções tegumentares (faciais, corporais, podais e capilares). O uso da luz azul em procedimentos de HOF tem sido um tanto controverso. É fato que é eficiente em descontaminar as camadas superficiais da pele e promover sua proteção, mas que, na mesma magnitude, pode causar a morte de fibroblastos e estimular, fortemente, os melanócitos na deposição desequilibrada de melanina a nível de derme. Mas onde estaria a diferença limitante em contribuir para a saúde e destruir células importantes? A resposta está na Dosimetria. A interação da luz azul, seja laser ou LED, com a pele e mucosa é dependente da densidade de energia [J/cm2] e da irradiância [W/cm2]. Valores baixos e moderados podem levar a estímulos interessantes para melhorar a resposta imune e para acelerar o metabolismo tissular; valores elevados podem comprometer a funcionalidade do sistema podendo levar a destruição até dos antioxidantes naturais da pele. Fotoabsorção Seguindo a 1ª. Lei da Fotobiologia, para que a luz depositada no tecido-alvo, tenha efeito biológico, ela precisa ser absorvida, portanto, segundo Sadowska, Narbutt, Lesiak (2021), a luz azul tem várias vias de absorção através de diferentes cromóforos. Os cromóforos são as moléculas que absorvem luz e estão presentes em diferentes tecidos do corpo humano, porém, considerando as aplicações dentro da HOF, é importante citar e descrever aqueles cromóforos que constituem a pele facial e do pescoço. Os cromóforos que absorvem a luz azul e estão no tecido tegumentar da face e pescoço são: ácidos nucleicos endógenos, também aminoácidos aromáticos, triptofano, tirosina, NADPH, citocromos, riboflavinas, portifinas e, não apenas a melanina, como seus precursores tais como a protoporfirina IX, bilirrubina, hemoflobina, beta caroteno e, por fim, as moléculas de água. É possível considerá-los como os principais e mais importantes cromóforos da luz azul, as opsinas, flavinas, porfirinas e proteínas nitrosadas. Assim, é possível que a luz azul possa influenciar a função mitocondrial, por meio do citocromo c-oxidase, que é o complexo IV da cadeia de transporte de elétrons, encontrado na membrana mitocondrial (Serrage, Heiskanen, Palin et al.; 2019). Dungel et al. demonstraram que a luz azul, 430nm, reativa a função respiratória mitocondrial após inibição com NO (Dungel, Mittermayr, Haindl et al; 2008). O papel das opsinas (OPNs) (que são receptores da proteína G) também é investigado, pois são ativadas pela luz azul. O receptor de opsina é possivelmente excitado pela luz azul, estimulando os canais potenciais do receptor transiente e, em seguida, causando uma inundação de cálcio, que desencadeia a proteína quinase-II dependente de cálcio / calmodulina (CAMKII) e no final causa alterações na transcrição do gene (Dungel, Mittermayr, Haindl et al, 2008). OPN2 e OPN3 foram expressas não apenas na pele, mas também no folículo capilar anágeno. O papel de Opsin também foi investigado na modulação da pigmentação e melanogênese, mas apenas na pele de Fitzpatrick tipo III e/ou superior. Verificou-se que a luz azul afeta os melanócitos diretamente e através do OPN3 afeta a melanogênese, que é dependente de cálcio. A luz azul pode causar estimulação da tirosinase em melanócitos do fototipo alto, por meio da estimulação da tirosinase multimérica (Regazzetti, Sormani, Debayle et al.; 2018), daí a importância em evitar altas doses de luz azul em pacientes com tendência a manchamentos. Outro mecanismo potencial da luz azul inclui a ativação de flavinas e flavoproteínas, pois, quando expostas à irradiação, podem aumentar a formação de espécies reativas de oxigênio (ROS) em até duas vezes (Yang, Chang, Chen; 2017). Em várias células, proteínas que contêm flavinas podem ser encontradas (Garza, Born, Hilbers et al.; 2019), uma delas se constitui nos criptocromos (Buscone, Mardaryev, Westgate et al.; 2021). Outros fotorreceptores de luz azul são as porfirinas; as enzimas que contêm porfirinas estão presentes em muitas células, como eritrócitos (hemoglobina), nas bactéricas formadoras de lesões acneicas, enzimas do citocromo p-450 e em complexos da cadeia de transporte de elétrons. A irradiação de luz azul pode promover uma excitação dessas porfirinas levando também à formação de ROS (Garza, Born, Hilbers et al.; 2019) e, dependendo da dose, a morte dessas células. Indicações Clínicas Considerando o uso da luz azul na HOF e em procedimentos estéticos capilares, podais e corporais, é possível sugerir as seguintes indicações clínicas: 1 – Fotoativação de biomateriais antimicrobianos (terapia fotodinâmina antimicrobiana – TFDa), fotoativando ativos fotossensibilizadores na faixa espectral azul (curcumina, por exemplo) (Hirose, Yoshida, Horii et al.; 2020; Gonçalves, da Mota, Deana et al.; 2020; Rupel, Zupin, Brich et al.; 2021); 2 – Ação descontaminante e bactericida para microrganismos que promovem lesões acneicas (Propionybacterium acne) e infecções de feridas cutâneas (Staphylococcus aureus), mas sem necessidade da presença de ativo fotossensibilizador, pois a própria porfirina sintetizada pelas bactérias serão os cromóforos (Dai et al.; 2012; Ashkenazi et al.; 2003; Boyd, Lewis, Mohammed; 2019); 3 – Ação hidradante da epiderme, através do mecanismo de oclusão (Lizarelli et al.; 2015; Avola et al.;2018); 4 – Aceleração da migração e decomposição dos queratinócitos (através da absorção pelas opsinas presentes na membra celular), melhorando a resistência da barreira cutânea (Menezes et al.; 2015; Castellano-Pellicena et al.; 2018); 5 – Aceleração do metabolismo para cicatrização tecidual empregando baixas doses (Lavi et al.; 2012); 6 – Fotomodulação das células dendríticas imaturas e maduras (Langerhans) da pele, estimulando fortemente o sistema imunológico, localmente e nas cadeias linfonodais (Carvalho-Costa et al.; 2017); 7 – Prevenção e redução na formação de fibrose do tecido, diminuindo a probabilidade de que a cicatriz resulte em uma cicatriz hipertrófica ou queloidiana (Chang et al.; 2019; Rossi, Magni, Tatini et al.; 2021); 8 – Fotomodulação antinflamatória e antiproliferativa para

Fotobiomodulação no tratamento de Diabetes

O mês de conscientização sobre diabetes – Novembro Diabetes Azul (www.novembrodiabetesazul.com.br) – começa com um dado alarmante, o aumento de 16% na incidência de diabetes em meio à população adulta em todo o mundo. Segundo a Federação Internacional de Diabetes, entre 2019 e 2021, o número de pessoas com a doença aumentou em 74 milhões – totalizando 537 milhões de adultos. No Brasil, as estimativas mais recentes somam 16,8 milhões de pessoas com a doença (cerca de 7% da população). Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), esse número também pode aumentar, no país, em função da atual pandemia que provocou maior dificuldade no acesso e manutenção da alimentação saudável, menores índices de atividade física e evasão dos sistemas de saúde. E, infelizmente, dados não animadores estimam que ainda afetará 21,5 milhões de pessoas até 2030. Este ano marca também o centenário da descoberta da insulina em 1921, um feito científico que mudou a vida das pessoas que vivem com diabetes. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o diabetes é caracterizado pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue. Por isso, quando mal controlada, a doença pode causar infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, insuficiência renal, cegueira e amputações dos pés ou pernas, por exemplo. O diabetes tem sido responsabilizado, entretanto, por contribuir para agravos, direta ou indiretamente, no sistema musculoesquelético, no sistema digestório, na função cognitiva e na saúde mental, além de ser associado a diversos tipos de câncer. Pouca atenção tem sido dispensada às tendências globais das complicações do diabetes e ao modo como as características da morbidade associada ao diabetes têm mudado (GREGG, SATTAR, ALI, 2016). De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, além de representar uma importante carga financeira para indivíduos com a doença e suas famílias, em razão dos gastos com insulina, antidiabéticos orais e outros medicamentos essenciais, o diabetes também tem um relevante impacto econômico nos países e nos sistemas de saúde. Isso decorre de maior utilização dos serviços de saúde, perda de produtividade e cuidados prolongados requeridos para tratar suas complicações crônicas, como insuficiência renal, cegueira, problemas cardíacos e pé diabético. A maioria dos países despende em casos de diabetes entre 5 e 20% do seu gasto total com saúde. Com esse custo elevado, o diabetes é um importante desafio para os sistemas de saúde e um obstáculo para o desenvolvimento econômico sustentável (IDF, 2017). Para o tratamento do diabetes, de qualquer tipo, é necessário usar medicamentos antidiabéticos que ajudam a diminuir as taxas de glicose no sangue, ou mesmo a aplicação da própria insulina sintética. Além disso, o paciente precisa manter uma vida saudável e o controle da glicemia sempre em dia, a fim de evitar possíveis complicações da doença. Os principais cuidados para tratar o diabetes incluem exercícios físicos, evitar o consumo de bebidas alcóolicas, controle do estresse, não fumar e cuidar da saúde bucal. A MMO apoia o dia Mundial do Diabetes e oferece novas tecnologias que associadas às estratégias preventivas, tem se traduzido em melhorias nos indicadores de morbidade sem grandes impactos para o orçamento da saúde e através de novas tecnologias oferece tratamentos rápidos, indolores, seguros e diferenciados que podem ser incorporados nos serviços de saúde. Para isso a MMO, em nosso, portfólio conta com 3 equipamentos como o Recover, Laser Duo e Emilight que atuam na promoção da assistência à saúde de pacientes diabéticos, garantindo segurança, eficácia e qualidade dos seus tratamentos. O Recover e o Laser Duo além de atuarem, por exemplo, no tratamento de lesões de pele de pacientes diabéticos, oferece a Fotobiomodulação Sistêmica Vascular, que também é conhecido como a técnica ILIB. De acordo com Kazemi Khoo e colaboradores (2013), a técnica ILIB promove uma cascata de reações no sistema imune e tem como consequência efeitos antiálgicos, modulação da resposta inflamatória, diminuição de edemas e diminuição do tempo de cicatrização. Possivelmente, estes efeitos estão relacionados à regulação da expressão fatores de crescimento, com o aumento da produção de arginina e óxido nitroso e diminuição da produção de radicais livres de oxigênio. Kazemi Khoo e Ansari (2015), em seu estudo clínico com a utilização do ILIB em pacientes com diabetes tipo II, encontraram um efeito significativo na diminuição do nível de glicemia sanguínea, sugerindo este método como um tratamento auxiliar eficaz no controle do nível de glicemia em pacientes com diabetes tipo II. Lizarelli e colaboradores (2021) avaliaram o efeito da irradiação transcutânea e transmucosa na pressão arterial, glicose, triglicérideos e colesterol imediatamente após o tratamento, após 30 e 60 dias. Os resultados indicaram que os tratamentos investigados podem ser usados com segurança para auxiliar na regulação da pressão arterial, glicose, triglicerídeos e colesterol. Baseados nos estudos de Kazemi Khoo e colaboradores (2013); Kazemi Khoo e Ansar (2015) e Lizarelli e colaboradores (2021), sugere-se que a Fotobiomodulação Sistêmica Vascular (terapia ILIB) pode ser indicada para associação e auxílio aos tratamentos convencionais de diversas patologias, tendo como benefícios uma série de efeitos imediatos e interligados, com duração prolongada no metabolismo. Pois, a terapia ILIB aplicada em pacientes diabéticos pode auxiliar na regulação da produção de insulina, melhora das propriedades físico-químicas e hemorreológicas das hemácias e fluidez do sangue. Além disso, pode prevenir os danos aos tecidos, reestabelecer os danos já causados aos tecidos (cicatrização), diminuir a agregação plaquetária, promover vasodilatação, proteger as células sadias e principalmente as pancreáticas da oxidação, melhorar a microcirculação periférica e minimizar a peroxidação lipídica. É uma terapia não-invasiva, indolor e muito segura com atuação sistêmica, podendo auxiliar no controle, além de proporcionar bem-estar e melhorar a qualidade de vida. Já o Emilight é indicado para diversos tipos de lesões na pele, principalmente as feridas complexas crônicas decorrentes do diabetes com o intuito de otimizar a cicatrização para que aconteça no menor tempo possível, pois quanto mais rápida a cicatrização, maiores são os benefícios, como a melhoria da qualidade de vida, autoestima e autoimagem da pessoa com lesão, menores custos para as instituições de saúde, menores riscos de infecções e indicações de antibioticoterapias, reduzindo consequentemente o

EMILIGHT: A combinação da tecnologia LED no tratamento de feridas

A cada dia novas tecnologias para o tratamento de feridas são lançadas no mercado, com o objetivo de favorecer a cicatrização, promover o alívio da dor, proporcionando mais conforto e qualidade de vida ao paciente e manejo adequado do leito da ferida de acordo com a avaliação clínica. A busca por inovações tecnológicas e descobertas de novos tratamentos medicamentosos, curativos e coberturas se justifica, na melhor maneira de atender o paciente e diminuir o seu sofrimento no seu estado geral, e entender o aspecto fisiopatológico da ferida dentro de seu contexto sistêmico. Isso dá aos profissionais condições de escolher o que há de melhor no mercado e ofertar ao paciente possibilidades de tratamento ideal da ferida e melhora da sua condição de saúde. Perante a cronicidade e possibilidade de reincidência, essas lesões podem ocasionar repercussões psicossociais aos pacientes, devido às mudanças no estilo de vida, o afastamento do convívio familiar, alteração de sua autoimagem, podendo afetar diferenciadamente cada indivíduo, além do impacto que causam nas instituições hospitalares, demandando aumento dos custos devido a utilização de insumos e a necessidade de cuidados com uma equipe especializada (OLIVEIRA et al., 2010). Com o aumento da expectativa de vida, seguidos de hábitos de vida inadequados e acompanhados de determinantes socioeconômicos resultam no aumento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT). As DCNT acarretam forte impacto na morbimortalidade e na qualidade de vida das pessoas. Dentre as DCNTs podemos citar diabetes mellitus, hipertensão arterial, doenças vasculares e arteriais, dentre outras, ampliam os riscos do aparecimento de diversos tipos de lesões na pele, principalmente as feridas complexas crônicas (LIMA et al., 2017; JOAQUIM et al., 2018). As feridas crônicas exercem relevante impacto social e econômico por apresentarem altas prevalências mundiais e têm recebido cada vez mais atenção dos profissionais de saúde, envolvidos diretamente nos cuidados, tratamento e uso de novas tecnologias, bem como dos gestores da área da saúde preocupados com o impacto que o tratamento das feridas gera tanto para o paciente e sua família, como para gestores do sistema de saúde (LIMA et al., 2017). O tratamento de feridas requer grande preparo e experiência, no intuito de otimizar a cicatrização para que aconteça no menor tempo possível, pois quanto mais rápida a cicatrização, maiores são os benefícios, como a melhoria da qualidade de vida, autoestima e autoimagem da pessoa com lesão, menores custos para as instituições de saúde, menores riscos de infecções e indicações de antibioticoterapias, reduzindo consequentemente o tempo de internações. A MMO apresenta o Emilight, um avanço para a área da enfermagem, equipamento registrado na ANVISA e que possui moderna tecnologia fotônica para fotobioestimulação de tecidos. É capaz de promover a fotobioestimulação dos tecidos acelerando a regeneração de lesões, trazendo resultados mais rápidos, eficientes e oferecendo maior comodidade e agilidade aos profissionais da área da saúde. O Emilight disponibiliza aos profissionais da área de saúde duas funcionalidades, sendo a descontaminação das lesões e a fotobioestimulação para cicatrização de feridas, através das emissões da luz azul no comprimento de onda 450 nm e vermelho com comprimento de onda 630 nm. A ponteira de acrílico fornece ao profissional maior área de aplicação, acelerando o processo de cuidados com o paciente, pois possibilita entrega da energia durante o tratamento de forma mais homogênea e eficiente, facilita o manejo com a lesão, agiliza o tratamento em cada aplicação, proporcionando menor desgaste tanto para o profissional quanto para o paciente acometido, além de otimizar os resultados. A MMO tem como objetivo principal de atender seus clientes com maior eficácia, oferecendo o que há de mais atual no mercado nacional através do desenvolvimento de equipamentos tecnológicos e inovadores que promovam a recuperação, estabelecendo o retorno de seus clientes o mais breve possível às suas atividades normais do cotidiano. Referências Bibliográficas: JOAQUIM, F.L et al. Impacto venous ulcerson patients’ quality of life: na integrative review. Rev Bras Enferm. 2018. v. 71, n.4, p.2021-9. LIMA et al. Terapia por pressão negativa no tratamento de feridas complexas. Rev. Col. Bras. Cir, v. 44, n. 1, p. 81-93, 2017. OLIVEIRA, S. H. S., SOARES, M. J. G. O., ROCHA, P. S. Uso de cobertura com colágeno e aloe vera no tratamento de ferida isquêmica: estudo de caso. Rev. esc. enferm. USP, São Paulo, v. 44, n. 2, p. 346- 351, Junho, 2010. Colaboração: Professora Elissandra Moreira ZanchinConsultora em Enfermagem na MMO Dra. Karen LaurentiConsultora em Fisioterapia na MMO