Você está tratando seus pacientes pets com Laser ou Led de forma correta?

Afinal, o que é Fotobiomodulação? A Fotobiomodulação (FBM) é o uso da luz como uma fonte terapêutica. Essa luz pode ser o sol, Laser ou Led. É um recurso indolor, não medicamentoso e a literatura relata que não possui efeitos colaterais, ou seja, não possui eventos adversos quando bem aplicada. Cuidados ao trabalhar com a Fotobiomodulação Devo encostar a ponteira na pele do pet? A utilização da técnica de contato direto é fundamental para minimizar as perdas por divergência e maximizar sua transmissão. É necessário encostar a ponta do equipamento na região a ser tratada. Porque tenho que encapar o equipamento? Na tentativa de minimizar a contaminação entre os pacientes, uma vez que não é possível a esterilização, é indicado o uso de filmes transparentes de PVC envolvendo todo o equipamento. O uso dos filmes de plástico, além dos aspectos de proteção do paciente e do equipamento, contribui para uma diminuição das perdas na transmissão por divergência do feixe. Vou ter perda de energia se encapar meu equipamento com filme de PVC? Dados obtidos em pesquisa mostram que o filme de PVC pode ser usado na aplicação clínica do Laser, sem interferir na transmissividade, uma vez que as perdas são pequenas. O uso de PVC é recomendável para proteger o paciente e o equipamento, uma vez que ambos podem sofrer contaminação durante a aplicação terapêutica.    A Fotobiomodulação pode queimar meu pet? Dependendo da potência e da área do emissor você pode ter uma irradiância alta (potência do equipamento dividida pela área do feixe). Se tiver uma irradiância muito alta dependendo do tipo de tecido que vai ser aplicado, esse tecido pode esquentar e causar queimadura. Por exemplo, animais com pele escura, se o equipamento tiver uma irradiância alta pode aquecer e gerar uma queimadura mesmo sendo um Laser de baixa potência. Nesses casos, quando o animal sentir incômodo no momento da aplicação, deve-se fracionar a dose. Se o profissional for usar 6 joules, o equipamento vai ficar 60 segundos em cada ponto, então, fracionando coloca 3 Joules e faz a aplicação no ponto, no próximo ponto 3 Joules e volta usando 3 joules. No final temos os 6 Joules, porém de forma fracionada. Porque o profissional e o pet devem usar os óculos de proteção? Tanto o Laser quanto Led podem causam lesões oculares que se manifestam variando de acordo com o comprimento de onda da luz. Comprimentos de onda na faixa do vermelho podem ocasionar lesões de natureza térmica e fotoquímica na retina. Já os comprimentos de onda na faixa do infravermelho são os mais perigosos para o olho, que não percebe os feixes deste comprimento, mas os focaliza sobre a retina, na qual provocam queimaduras graves e lesões fotoquímicas da retina. Além disso, parte destes feixes é absorvida pelo cristalino, levando à turvação do mesmo, isto é, à catarata. Isso significa que não devemos olhar diretamente para o feixe laser sendo indispensável a utilização dos óculos de proteção pelo paciente e profissional. Equipamentos MMO Quem tem animais de estimação busca diversos cuidados para manter a saúde do pet em dia. Os equipamentos da MMO oferecem tratamentos que utilizam Laser e Led terapêuticos com o objetivo de garantir melhoras significativas nos sintomas de diversos tipos de patologias em animais de pequeno, médio e grande porte. Conheça nossa linha completa, acesse: https://mmo.com.br/veterinaria Dra. Karen LaurentiConsultora Técnica MMO

Pós-cirúrgico com o Vênus

As cirurgias plásticas são uma das alternativas médicas de obtermos resultados mais rápidos de rejuvenescimento, porém, o que muitos pacientes esquecem é do período pós cirúrgico, que requer cuidados específicos para conquistar uma pele mais jovem, sem as temidas intercorrências, como retrações, fibroses ou cicatrizes indesejadas. É fato, que ao procurar por este procedimento médico, muitos se esquecem que para termos uma boa resposta cicatricial, o tecido precisa estar em condições fisiológicas adequadas e para isso fazer tratamentos pré e pós cirúrgicos, utilizando fotobiomodulação, combinando vários comprimentos de ondas, que nos garantem um tratamento eficaz em diversas camadas do tecido e com isso, uma melhora mais rápida após a lesão. Ao fazermos uso dos lasers e leds de baixa intensidade, conseguimos melhorar inúmeros processos fisiológicos, como a circulação sanguínea, estimulação do sistema linfático, além de proporcionar mais energia celular e aporte nutricional. Características imprescindíveis para que haja uma pele adequada para receber tais injúrias cirúrgicas. Fotos cedidas por Sandra Costa Após a cirurgia, além da DLM (Drenagem Linfática Manual) – muito satisfatório neste momento, conseguimos com o uso do laser vermelho e infravermelho, acelerar o processo inflamatório, estimular linfonodos, que se encontram sobrecarregados pela cirurgia, e através do led âmbar e infravermelho simultâneos do equipamento Vênus, modulamos a reabsorção mais rápida das equimoses, evitando assim, fibroses ou manchas. Assim, obteremos um tecido sem inchaço e consequentemente sem dor! www.mmo.com.br/venus No pós-operatório tardio, caso haja ocorrência de fibroses, com uso das luzes vermelha, infravermelho e âmbar, conseguimos trabalhar e mobilizar tal região, além de tratar todo o tecido. Outro fator importante a ser tratado é a cicatriz, aliás uma das questões em que mais envolve receios por parte dos pacientes e para que ela fique imperceptível, se faz necessário o uso das luzes para modular as fibras de colágeno e elastina tão recrutadas neste momento. Portanto, com a experiência que possuo de fotobiomodulação, quando falamos em cirurgia plástica, o equipamento Vênus, com seus diversos comprimentos de onda e suas inúmeras possibilidades de tratamento, precisam estar combinadas, uma vez que bons resultados advém de um tecido fisiologicamente adequado e para isso precisamos do auxilio das luzes! Anelissa HakimeEsteticista | Speaker MMO

Preparação da pele com fotobiomodulação para aplicação de injetáveis

[et_pb_section admin_label=”section”] [et_pb_row admin_label=”row”] [et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Text”] Na era de injetáveis para os tratamentos estéticos, há de um lado, empresas cada vez mais em busca de técnicas e ativos para tais procedimentos, do outro, clientes em busca de rejuvenescimento mais rápido e com resultados mais duradouros. Porém, quando pensamos em pele e todas as suas funções, se faz necessário priorizar seu equilíbrio fisiológico, analisar as prioridades de tratamentos, para assim ter resultados surpreendentes com os injetáveis. Ao longo dos anos, o que nós esteticistas mais tínhamos dificuldades era de romper a maior e mais eficiente barreira de proteção do nosso corpo e com as técnicas de microagulhamento, mesoterapia, pressurizada, dentro outras, foi possível,  conquistarmos resultados rápidos e eficazes. Com o avanço dessas técnicas, percebemos que os profissionais, infelizmente, se esqueceram do principal, do que faz transparecer que tudo está em conformidade com a saúde, refletindo assim, beleza e jovialidade. Estamos falando da pele! Suas camadas, muito bem delimitadas e cada uma com suas funções, que são primordiais para que haja nutrição, oxigenação, equilíbrio hidrolipídico e ação antirradical livre e ainda, perfeita angiogênese, elas são de fato, o que traz turgor, viço e aspecto de uma pele saudável. Se ela não está em perfeitas condições, nada do que façamos nos trará resultados satisfatórios e é aí que bons cosméticos aliados à tecnologia de fotobiomodulação, se tornam um procedimento indispensável para quem deseja ter sucesso desde o cuidado principal do tecido até a execução de injetáveis. Ao longo dos meus 20 anos de estética e 17 anos como professora da área, observo que profissionais que estão focados somente nos injetáveis, percebem que seus resultados estão ficando a desejar, uma vez que priorizar contorno, rostos com mímicas reduzidas pelo uso da toxina botulínica ou até mesmo, uso dos bioestimuladores, não estão trazendo de fato, uma pele viçosa e saudável e até mesmo trazendo resultados insatisfatórios. Mas por que isso acontece se estou entregando em camadas mais profundas os ativos que a pele precisa? Simples de responder! Se a pele não está com suas funções fisiológicas em sintonia, ela não poderá efetivamente, responder aos procedimentos e assim, os resultados são pobres ou inexistentes. Situação que nenhum bom profissional deseja. Nós esteticistas, precisamos levar em consideração, que o preparo da pele ao utilizarmos os lasers e leds de acordo com cada necessidade, faz com que todas as técnicas posteriores tenham melhor absorção, sinergismo e consequentemente, melhores resultados. E ao pensarmos num tratamento em todas as camadas e principalmente ao priorizar as funções metabólicas natas daquele tecido, faz toda a diferença. Foto cedida pela Profa. Sandra Costa. A fotobiomodulação, favorece consideravelmente estas funções, seja em qualquer comprimento de onda, como o azul, o vermelho, o âmbar ou infravermelho; todos contribuem em determinada região ou estruturas do tecido, denominados como cromóforos. Esta tecnologia traz benefícios como aumento circulatório, oxigenação, nutrição tecidual, hidratação, estímulo no sistema linfático, energia celular, dentre inúmeros benéficos que a pele necessita para de fato responder aos injetáveis. Saiba mais sobre estas tecnologias para fotobiomodulação, acessando:www.mmo.com.br/recover | www.mmo.com.br/venus Anelissa HakimeEsteticista | Speaker MMO [/et_pb_text][/et_pb_column] [/et_pb_row] [/et_pb_section]

Tecnologia e possibilidades de uso do laser na área veterinária

O que é Fotobiomodulação (FBM)? A Fotobiomodulação (antigamente chamada de Laserterapia ou Fototerapia), consiste no uso de fontes de luz para uso na área da saúde, cujo efeito principal é a modulação da resposta fisiológica do organismo. A luz, quando absorvida pelos tecidos biológicosalvo, atua na otimização dos processos fisiológicos que estão deficientes, como por exemplo em processos de dor, inflamação ou infecção. A fotobiomodulação possui efeito analgésico (melhora da dor), imunoestimulador (melhora resposta imunológica) frente a infecções, traumas ou inflamações, acelera a cicatrização de lesões, melhora a oxigenação de tecidos e diminui radicais livres (efeitos antioxidantes). Ou seja, altera as reações físico-químicas do organismo de forma a devolver a homeostase (equilíbrio) do paciente. FBM local ou direta: Quando a irradiação é feita diretamente sobre o tecido a ser tratado. Após a identificação do local ou tecido lesionado, o laser é aplicado diretamente naquela região, podendo ser utilizada com o intuito de controlar inflamação, aliviar dor ou acelerar cicatrização. Os pontos de aplicação serão sobre esse tecido-alvo ou ao redor do mesmo. FBM sistêmica ou indireta: Quando a irradiação é feita em pontos de acupuntura (também chamada de laserpuntura) ou em direção a vasos sanguíneos relacionados ou não a região a ser tratada (terapia “ILIB”). A sigla ILIB significa “Intravascular Laser Irradiation of Blood” que na tradução significa “Fotobiomodulação Sistêmica Vascular”. Formas de aplicação O objetivo da técnica ILIB é atuar no tecido-alvo através de uma resposta sistêmica (via corrente sanguínea), pela irradiação do laser sobre a pele ou sobre a mucosa onde haja presença de vasos sanguíneos. O laser por sua vez, ao atingir a corrente sanguínea, fará o seu efeito de forma sistêmica (pelo corpo todo, incluindo o órgão alvo) e desencadeará a resposta imunomoduladora e antioxidante de forma geral. Sobre o VELUX VELUX é um equipamento em forma de caneta desenvolvido para aplicação de Laserterapia na área de Medicina Veterinária. Apresenta dois diodos lasers: um que emite no comprimido de onda de 660 nm, ou seja, laser vermellho (função L1 e il1 no aparelho) e outro que emite no comprimento de onda de 808 nm, o laser infravermelho (função L2 e il2 no aparelho). Também é possível utilizar os dois comprimentos de onda de forma simultânea (função L3 e il3 no aparelho). Laser vermelho (660 nm) Tem atuação tanto superficial quanto profunda, atingindo até o tecido muscular.Promove vasodilatação, aumenta oxigenação tecidual, estimula síntese de colágeno e fibroblastos(células responsáveis pela cicatrização de feridas e tecidos). Possui também ação analgésica eanti-inflamatória. Laser infravermelho (808 nm) Tem a capacidade de penetrar nos tecidos um pouco mais do que o laser vermelho, com a mesma potência.Além do efeito estimulador de cicatrização e anti-inflamatório, também promove analgesia, controlao edema e melhora a resposta imunológica. Também atua na drenagem linfática, reduz o estresse oxidativo e diminui radicais livres. Diferenciais do VELUX Efeitos do VELUX Indicações do VELUX Acessórios do VELUX ColaboraçãoMarina SantoroConsultora veterinária MMOVET

FATORES IMPORTANTES PARA ELABORAR UM PROTOCOLO COM LASER MMO | VELUX

Histórico do paciente: Conhecer as doenças anteriores e ter ciência de todas as alterações e/ou comorbidades atuais do paciente é fundamental para a escolha do protocolo. Isso devido ao fato de que algumas formas de aplicação necessitam de mais cautela ou até podem ser contraindicadas, dependendo do tipo de doença que o paciente apresentar. Por exemplo, um paciente encaminhado para tratamento de dor por osteorartrite, mas apresentando concomitantemente linfoma, não pode ser submetido à modalidade ILIB, pois essa forma de aplicação do laser é contra indicada em casos de neoplasias hematopoiéticas. Avaliação física: Avaliação dos parâmetros físicos básicos é essencial ao início de cada sessão, tanto para avaliar o estado físico que o paciente se encontra quanto para observar se houve o aparecimento de alguma lesão diferente desde a sessão anterior, além de fornecer um parâmetro de melhora ou piora da lesão. Local e gravidade da lesão/doença: A identificação do local exato da lesão ou doença a ser tratada é imprescindível para a escolha da estratégia de tratamento que será utilizada.Em lesões mais locais ou superficiais geralmente o laser indicado é o vermelho, enquanto que em lesões que necessitem que o laser penetre em camadas mais profundas, o laser infravermelho é mais indicado. Já a gravidade da lesão influenciará na indicação de frequência das sessões. Comportamento do paciente: Outro fator muito importante para a escolha do protocolo é o comportamento do paciente, pois de nada adianta montarmos um protocolo completo e ideal, se o paciente não permitir as aplicações. Apesar da terapia com o VELUX ser indolor, alguns animais ficam estressados apenas com a contenção e não permitem ficar parados por muito tempo, principalmente quando falamos da ILIB. Nesse caso, é interessante deixar o tempo que o paciente permitir, ir avaliando a cada sessão e não forçando demais para que o paciente não se estresse tanto a ponto de não permitir mais nas próximas sessões. Outra dificuldade é a aplicação do laser na cavidade oral, por exemplo, para gengivoestomatite. Alguns animais aceitam tranquilamente, porém para a maioria pode ser um desafio. Cada caso deve ser avaliado individualmente, porém é importante que na sessão de fotobiomodulação o paciente se sinta bem e confortável, aumentando a adesão do tutor ao tratamento e facilitando o processo de cura. ColaboraçãoMarina SantoroConsultora veterinária MMOVET

FREQUÊNCIA DE SESSÕES PARA TRATAMENTOS DE LASERTERAPIA EM ANIMAIS

A frequência de administração é única para cada caso e depende da afecção, condição do cliente e resposta do paciente à terapia. Determinar e prescrever o número e frequência das sessões é responsabilidade do prescritor. No geral, as condições são classificadas em 3 categorias: pós-operatória, aguda ou crônica. EQUIPAMENTOS MMO DE LASERTERAPIA Lesões pós-operatórias: as sessões são aplicadas por uma ou duas vezes em dias seguidos com o objetivo de aliviar a dor e edema pós-operatório ou pós-traumático. Uma vez que essas condições tendem a se reestabelecer em um período curto de tempo, geralmente não é necessário um número grande de sessões (a depender da gravidade das lesões). Entretanto, a fotobiomodulação deve ser parte do manejo multimodal da dor, usada em associação com outras técnicas analgésicas, o laser irá reduzir o edema, a dor e a inflamação aguda. A aplicação pode ser feita no período de recuperação anestésica e também no dia seguinte, caso o paciente fique hospitalizado. Lesões agudas: são recomendadas sessões diariamente ou em dias alternados, diminuindo a frequência gradativamente até a resolução da condição. Na maioria dos casos, quanto maior for a lesão ou a inflamação, mais necessário se torna o tratamento diário. Em casos de pacientes hospitalizados, o tratamento diário é acessível e prático. Caso contrário, deve-se estabelecer um combinado com o tutor entre o que é o ideal (diariamente) e o que é possível para o cliente, dada as condições. Lesões crônicas: são mais complicadas de tratar do que as outras, pois no geral, assim como o seu desenvolvimento é crônico, a sua resposta também será. Condições crônicas são tratadas em 3 fases: Indução: série mais intensiva de tratamento na qual o laser é aplicado de duas a três vezes por semana, até 12 sessões ou até que haja uma resposta significativa. A avaliação da resposta vai depender do paciente, da condição e da expectativa do veterinário e do tutor. Transição: série de sessões que estão em redução de frequência gradativa, usada para estabelecer a frequência necessária para manter a resposta clínica desejada. Recomenda-se geralmente uma ou duas sessões por semana durante 4 semanas. Manutenção: série de tratamento utilizada a longo prazo, aplicada na frequência que for necessária para manter a resposta clínica e a qualidade de vida do paciente, portanto é ajustada para cada tipo de paciente. No geral, recomenda-se sessões a cada 3 ou 4 semanas. Observações: A resposta à terapia depende de cada paciente e de cada afecção. Cada animal pode responder de formas diferentes à mesma afecção. As recomendações descritas acima são um guia para auxiliar na escolha do protocolo, mas não uma regra a ser seguida. O efeito da fotobiomodulação é cumulativa, a cada sessão, deve haver uma melhora na condição clínica ou um aumento na duração da resposta. Caso não haja uma resposta após 3 ou 4 sessões, reavalie o paciente, o diagnóstico e o protocolo utilizado. Faça reajustes ou peça mais exames, caso necessário. ColaboraçãoMarina SantoroConsultora veterinária MMOVET

Parceria entre NAPID e Santa Casa de São Carlos

Parceria entre NAPID (Núcleo de Apoio à Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento) e Santa Casa de São Carlos assinam convênio que poderá viabilizar novas tecnologias clínicas. A parceria visa contribuir com a modernização do hospital, já que a Santa Casa está se transformando em uma casa de ensino e pesquisa de ponta. Essa iniciativa se propõe a realizar pesquisas com nossas tecnologias, e será um apoio ao hospital. A Santa Casa é na nossa região, a maior entidade clínica que realiza pesquisas de aprendizagem de novos médicos profissionais.

Fotobiomodulação em Eflúvio Telógino Pós Covid

O Eflúvio telógeno foi evidenciado em uma recente publicação como uma das sequelas da COVID-19. A fotobiomodulação com os LEDs do equipamento LUMINUS têm a capacidade de biomodular respostas celulares, aumentando a produção de energia (ATP), controlar os aspectos negativos da inflamação, ativar o folículo piloso auxiliando na recuperação e no gerenciamento do cabelo saudável. Assim, conhecendo as alterações do couro cabeludo causados por essa patologia, e pautados nos efeitos dos LEDs previamente descritos na literatura e na prática clínica, nosso objetivo é propor um protocolo com fotobiomodulação na perspectiva de minimizá-las ou até mesmo superá-las. CASO CLÍNICO Profissional: Rose da Matta / Katia FlorisÁrea de atuação: Tricologista e CosmetólogaIdade e sexo do paciente: 40 anos, femininoEquipamento: Luminus MMO Protocolo: LEDTERAPIA – EFLÚVIO TELÓGENO PÓS COVID Descrição do protocolo passo a passo: Número de sessões: 10Intervalo entre sessões: intervalo semanal Foto do 1º e do último dia de tratamento:  Observações sobre o caso:Paciente: Fez uso de dermocosméticos home care para potencializar os efeitos do tratamento .Após 10 sessões, na região lateral direita e esquerda do couro cabeludo, os fios ficaram mais espessos. Houve aumento do número de fios e a sensibilidade no couro cabeludo diminuiu expressivamente. Mais informações sobre o Luminus: https://mmo.com.br/luminusCaderno de Protocolo: https://mmo.com.br/protocolos/#87-97-luminus Rosimeire Fernandes da MattaConsultora em Tricologia – MMO

LEDTERAPIA NO TRATAMENTO DO ENVELHECIMENTO CAPILAR

O conceito Hair Exposome refere-se a soma dos mútiplos fatores que o indivíduo é exposto durante as rotinas diárias e que influenciam  os distúrbios do cabelo, é definida como o conjunto de fatores externos e internos, como exposição solar e a substâncias químicas, alimentação , estresse, que provocam uma resposta somática relacionada à saúde do cabelo (Figura 1). A condição alterada do couro cabeludo afeta o crescimento do cabelo por meio do estresse oxidativo. O estresse fisiológico tem sido identificado como um fator de queda de cabelo e alterações na cor e estrutura do cabelo, pode desencadear variações hormonais que afetam o ciclo capilar como por exemplo a desregulação do  cortisol, é conhecida por afetar a função e regulação cíclica do folículo piloso e podem induzir a disruptura no crescimento do cabelo. A luz ultravioleta influencia a estrutura física e a fisiologia do folículo piloso. O tabaco é igualmente responsável por influências negativas na evolução de várias alopecias. Procedimentos químicos excessivos devem ser evitados e, ocasionalmente, representam uma possível origem para a alopecia e desgaste nas fibras capilares. FOTOBIOMODULAÇÃO NO ENVELHECIMENTO CAPILAR O equipamento LUMINUS é um dispositivo de múltiplo uso em estética que utiliza a luz gerada por meio de LED azul e vermelho com a finalidade de fototerapia capilar. Na literatura existem evidências que a luz azul pode induzir um efeito positivo no crescimento do cabelo, por ser absorvida por cromóforos presentes no folículo piloso, sendo observado prolongamento da fase anágena. Além disso, a luz azul promove a ativação dos queratinócitos, estimulando a produção de queratina (BUSCONE et al, 2017), que confere hidratação tanto ao fio do cabelo, por alinhamento das cutículas ou até mesmo na pele, devido a sua capacidade de retenção hídrica, ainda atua no processo microbiológico de controle de fungos e bactérias (LIZARELLI et al., 2015; MENEZES et al., 2015), contribuindo no gereciamento do cabelo saudável. A luz vermelha, é capaz de interagir com as células dos tecidos que ativam as células do folículo pilo sebáceo, promovendo a liberação do óxido nítrico (NO), que é um vasodilatador periférico com efeito na microcirculação do couro cabeludo, além de induzir um aumento de 300 vezes na concentração de mastócitos, que está relacionada com ativação das células envolvidas no processo capilar. O protocolo antienvelhecimento capilar fotoativado tem como objetivo: •  Ativar folículos capilares através do uso dos LEDs azul e vermelho;•  Melhorar a circulação sanguínea na raiz e fortalecer o cabelo;•  Reduzir a perda de cabelo e estimular o seu crescimento do fio através do aumento de energia no bulbo capilar;•  Rejuvenescer a raiz do cabelo e por consequência melhorar o aspecto dos fios;•  Reduzir  fibrose perifolicular e amaciar o colágeno enrijecido da raiz;•  Aliviar a ansiedade do paciente melhora a nocicepção cutânea;•  Alertar sobre desencadeadores do envelhecimento capilar (Radiação UV, calor, frio, vento, cosméticos inadequados);•  Orientar o uso correto de produtos, frequência e manutenção do tratamento;•  Controlar a disbiose do couro cabeludo. Assim, conhecendo os efeitos do Exposome nos cabelos e a aceleração que pode causar deficiências e fragilidades no couro cabeludo e nos fios, e pautados nos efeitos previamente descritos da Ledterapia podemos propor protocolos com fotobiomodulação na perspectiva de minimizá-las ou até mesmo superá-las. PROTOCOLO DE TRATAMENTO LEDTERAPIA em HAIR AGING (envelhecimento capilar) Indicações: queda e enfraquecimento capilar desencadeados pelo Exposome (fatores externos e internos) do paciente. Descrição do protocolo em passo a passo: O procedimento tópico poderá ser associado a Fotobiomodulação Sistêmica Vascular (Técnica ILIB) com equipamento Recover por 30 minutos, terapia que promove diversos benefícios entre os quais, o combate aos radicais livres, aumento da circulação, melhoria da reperfusão sanguínea e diminuição da hipóxia (LIZARELLI, 2018). Favorece a melhora da qualidade de vida e bem estar do paciente. Número de sessões: 10Intervalo entre sessões: intervalo semanal CASO CLÍNICO – 1 Profissional: Rose da Matta / Katia FlorisÁrea de atuação: Tricologia e CosmetologiaIdade e sexo do paciente: 35 anos, masculinoFoto do 1º dia e do último dia de tratamento de tratamento: CASO CLÍNICO – 2 Profissional: Rose da Matta / Katia FlorisÁrea de atuação: Tricologia e CosmetologiaIdade e sexo do paciente: 45 anos, femininoFoto do 1º dia e do último dia de tratamento de tratamento: CASO CLÍNICO – 3 Profissional: Rose da Matta / Katia FlorisÁrea de atuação: Tricologia e CosmetologiaIdade e sexo do paciente: 50 anos, masculinoFoto do 1º dia e do último dia de tratamento de tratamento: Mais informações e download dos protocolos no site: www.mmo.com.br/protocolos Rosimeire Fernandes da MattaConsultora em Tricologia – MMO