Revitalização e clareamento da região do colo com eletrocautério

O envelhecimento da pele é um processo biológico natural e progressivo, e pode ter seus efeitos exacerbados devido a fatores externos como exposição solar, maus hábitos alimentares, fumo, falta de cuidados diários com a higienização da pele, entre outros. Os sinais de envelhecimento aparentes são consequências do comprometimento celular gerando modificações estruturais, levando a diminuição de fibras de sustentação tornando o colágeno rígido e a elastina sem capacidade elástica. Também ocorre a diminuição de água na pele devido redução do fluxo e capacidade de armazenamento. Tais modificações ocasionam o ressecamento, perda de tônus, flacidez, alterações vasculares, e, rugas profundas. O pescoço e colo sempre denunciam o grau de envelhecimento e, infelizmente essas áreas não ganham a merecida atenção, e isso deveria ser de grande preocupação já que essa região é considerada um símbolo de feminilidade e sensualidade. Então, atualmente há no mercado princípios ativos que protegem, previnem e revertem os sinais do envelhecimento da pele e os profissionais podem associar vários recursos da eletroterapia para potencializar os resultados da revitalização. Fisiologicamente essas áreas ficam mais desidratadas porque possuem poucas glândulas sebáceas distribuídas, o que dificulta a hidratação natural adequada. Ficam mais expostas as agressões ambientais, agressões físicas, sendo esses membros os primeiros a se desgastar com o tempo e deixar aparente rugas, linhas de expressão e manchas. Um dos recursos mais atuais no mercado é o eletrocautério, com a proposta de peeling elétrico, remoção de manchas senis e redução das linhas da mimica com melhora da flacidez. Para a técnica, temos o equipamento New Skin, que através de corrente elétrica alternada, promove a remoção superficial da pele, estimulando a formação de novo tecido, além de estimular a circulação sanguínea, melhorando a nutrição e oxigenação da pele. Neste caso a associação com dermocosméticos hidratantes, revitalizantes e clareadores. A combinação de ponteiras ajudam a otimizar o trabalho, aumentando os resultados Protocolo e Caso Clínico Eletrocautério – Manchas Senis e revitalização do região do colo Descrição do protocolo, passo a passo: 1- Higienizar a região com fluido a base de clorexidina, remover com água.2- Aplicar o anestésico se necessário3- Escolher a ponteira e a intensidade a ser utilizada.4- Realizar o Eletrocautério com movimentos leves e precisos.5- Fazer Fototerapia.6- Aplicar Dermocosméticos compatíveis com cada disfunção tratada. Número de sessões: 1 sessão Foto 1º dia do tratamento Eletrocautério – Mancha Senil     Eletrocautério – Mancha Senil – Dia seguinte     Foto último dia do tratamento Eletrocautério – Mancha Senil – Décimo dia A avaliação da pele pelo profissional é um ponto fundamental para obter sucesso no tratamento. Profª Sandra CostaEsteticista Especialista em Cosmetologia e Marketing.Profª da Pos Graduação em Estética. Ministrante de Cursos de Atualização em Estética Facial e Corporal.Consultora Técnica MMO Equipamentos.Diretora Técnica Empresa Skin Health Produtos e Serviços.    

LASER DE DIODO CIRÚRGICO – TRATAMENTO DE MANCHAS BRANCAS EM ESMATE

Os lasers de diodo de alta potência (lasers cirúrgicos) promovem uma Vaporização Explosiva, interagem com a matéria e tecido biológico, através do mecanismo fototérmico, onde a luz, assim que absorvida pelo tecido-alvo, transforma-se em calor. O tecido duro dental é poroso, isso significa que esse fenômeno até pode ocorrer, mas dentro dos poros particularmente nos contornos dos prismas. A pressão aumenta nos poros, devido à liberação de gases na sub-superfície, e pode exceder o estresse de fratura do material, podendo remover explosivamente partes do material. Então, quando irradiamos tecido duro dental, é possível promover um “derretimento” controlado desse tecido, mudando sua estrutura molecular, tornando-a mais densa, compactada e resistente, quimicamente. VILLALBA-MORENO et al (2007) combinaram a aplicação do verniz de flúor (Duraphat, Colgate-Palmolive Co, NY) e posterior irradiação com laser de diodo (809nm, 16Hz, 400mm, por 30 segundos). Seus resultados demonstraram que com potência de 5W ou 7W houve a incorporação aumentada de íons de flúor pelo esmalte, sem gerar trincas ou dano térmico ao tecido pulpar. VITALE et al (2011) compararam, in vitro, a captação de íons de flúor (gel – Elmex gel, 12500 ppm F, Gaba Int. AG, Basel, Suiça) – na formação de flúorapatita, em esmalte sem tratamento (controle); apenas com aplicação do gel de flúor; flúor seguido de irradiação com laser de diodo de alta potência (809nm, 2W, 400mm, por 20 segundos); e, esmalte irradiado seguido da aplicação do gel de flúor. Não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos lasers, ou seja, tanto faz irradiar antes ou após a aplicação do gel de flúor, entretanto, os grupos lasers foram altamente diferentes, estatisticamente, sendo muito melhores para a captação de íons de flúor do que os grupos controle e somente com aplicação do gel de flúor. Também GONZALEZ-RODRIGUEZ et al (2011) realizaram o mesmo estudo, mas comparadndo os lasers de CO2 (10.600nm) e de diodo cirúrgico (809nm), no modo pulsado 16Hz, por 15 segundos, variando a potência por pulso de 1, 2, 5 e 7W. O melhor resultado foi conseguido com a aplicação do gel de flúor (Elmex gel, 12500 ppm F, Gaba Int. AG, Basel, Suiça) seguido da irradiação com o laser de diodo cirúrgico sob 5W de potência, permitindo a formação de aglomerados de CaF2, sem gerar esfoliação (perda) de porções de esmalte irradiado (devido diminuição da resistência mecânica pelo aquecimento) ou trincas, como encontrado quando 7W de potência foi a escolha. Diante desse resultado de interação óptica dessa faixa espectral (808-980nm), nos parece muito útil, clinicamente, o emprego de um laser operando em alta potência (laser cirúrgico) para tratar as “manchas brancas” e prevenir lesões cariosas, bem como para finalizar procedimentos periodontais e estéticos, tais como clareamento dental.   Nosso Protocolo com TW Surgical – MMO Diante da comprovação científica dessa indicação do laser de diodo cirúrgico como instrumento útil para prevenção de lesões cariosas em esmalte, sugerimos o seguinte protocolo empregando o laser de diodo cirúrgico de alta potência TW Surgical (MMOptics, São Carlos, SP, Brasil): Profilaxia, Isolamento relativo; Leitura óptica com Evince (MMO) para diagnóstico óptico em tempo real da estrutura superficial do esmalte; Aplicação de gel ou verniz de flúor; Irradiação com laser de diodo 808nm: 5W, 20Hz, 10% (0,5W de potência por pulso), largura de pulso de 5ms, por 10seg., fibra não-ativada. Opcional: irradiar antes e aplicar o flúor depois. Realizar, no máximo, 2 sessões, com 15 dias entre elas, totalizando 2 aplicações. E reavaliar a cada 6 meses.   Apresentação de Caso Clínico Paciente B. G. S., 15 anos, solteira, estudante, procurou o atendimento para tratamentos de lesões brancas no esmalte. Foi feito o exame clínico (Fig. 1a) e leitura óptica com sistema de LED violeta (405+-10nm) para imagem de fluorescência em tempo real (Evince, MMO) (Fig. 1b), constatando a presença de lesões brancas que poderiam ser remineralizadas e outras que, provavelmente, atingiriam a cavitação ao serem irradiadas.                 a                                                               b Figura 1 – Aspecto clínico inicial: Exame clínico (a) e biópsia óptica (b) com Evince (MMO) Foi realizada uma sessão de Profilaxia e aplicação de verniz de flúor (fluoreto de sódio 5%), uma sessão de restauração da lesão branca, com cavitação, na face vestibular do elemento 24, e uma sessão de verniz de fluor (fluoreto de sódio 5%) com irradiação com laser de diodo cirúrgico (TW Surgical, MMO) nos parâmetros do protocolo acima sugerido (Fig. 2) e o resultado apresentou uma significativa melhora clínica, como pode ser constatada na figura 3. Figura 2 – Irradiação da superfície de esmalte com laser de diodo cirúrgico (TW Surgical, MMO), com a presença do verniz de fluoreto de sódio a 5%.         a                                                       b Figura 3 – Aspecto clínico final: Exame clínico (a) e biópsia óptica (b) com Evince (MMO).   Conclusão Sugerimos o emprego do laser de diodo cirúrgico sob o protocolo, aqui apresentado, para tratamento de lesões brancas em esmalte de dentes permanentes.   Referências bibliográficas 1 – VILLALBA-MORENO, J. et al. Increased fluoride uptake in human dental specimens treated with diode laser. Lasers Med Sci, v. 22, p. 137-142, 2007. 2 – VITALE, M. C. et al. Diode laser irradiation and fluoride uptake in human teeth. European Arch Paediatric Dentistry, v. 12, n. 2, 2011. 3 – GONZALEZ-RODRIGUES, A. et al. Comparison of effects of diode laser and CO2 laser on human teeth and their usefulness in topical fluoridation. Laser Med Sci, n. 26, p. 317-324, 2011.   Profa. Dra. Rosane de Fátima Zanirato LizarelliPhD e Pesquisadora em Biofotônica – IFSC/USP    

Laserterapia para hipersensibilidade dentinária cervical

A HSDC (Hipersensibilidade Dentinária Cervical) é uma das enfermidades mais comuns nos nossos consultórios odontológicos. Pode surgir devido retração gengival por traumas ou fisiologicamente, expondo a superfície radicular, que, logo torna-se desnuda do cemento, tornando o tecido dentinário, muito permeável, vulnerável aos estímulos do meio bucal. Dessa forma, os tratamentos da HSDC visam desinflamação dos tecidos pulpares e periodontais, e também estímulo a deposição da dentina reacional, objetivos essenciais e, perfeitamente, atingidos pela Laserterapia. A aplicação do laser de baixa intensidade para o tratamento da hipersensibilidade dentinária cervical é, em si, uma técnica muito simples. O mais importante é fazer um diagnóstico prévio preciso. É recomendável que o operador realize um exame clínico diferencial para que se tenha a certeza de que o tecido pulpar se encontra com uma inflamação reversível, sem trincas, sem lesão cariosa, sem contato prematuro ou excesso de carga mastigatória. Atualmente, com os equipamentos de laserterapia apresentando potências de 100mW, um único ponto cervical na face onde o paciente acusar a sensibilidade dolorosa, ou seja, por vestibular ou por lingual acrescido do(s) ponto(s) apical(is), sempre por vestibular por estar mais próximo aos ápices, têm sido suficientes para tratar essa enfermidade (Fig. 1 e 2). Figura 1 – Desenho esquemático de dente molar inferior com os pontos, cervical e apicais (em cada raiz), de aplicação para tratamento de hipersensibilidade dentinária cervical, quando o equipamento apresentar pelo menos 100mW de potência (LIZARELLI, 2018).        a                                               b Figura 2 – Irradiação do elemento incisivo central inferior esquerdo (31) com laser infravermelho 808nm nos pontos cervical (a) e apical (b) (Laser Duo, MMOptics, São Carlos, SP, Brasil) (Arquivo pessoal). Tanto o comprimento de onda vermelho (660nm) quanto os infravermelhos (780 ou 808nm) estão indicados nesse tratamento da hipersensibilidade dentinária cervical (VILLA el al., 2001). Porém, o infravermelho seria o mais indicado para a primeira sessão, e talvez na segunda, se a sensibilidade dolorosa ainda estiver insuportável, isso porque esse comprimento de onda, tendo uma atuação fotoelétrica, além de apresentar uma capacidade antinflamatória comprovada, modulando os marcadores da inflamação, pode mudar a polaridade de membrana, propiciando uma analgesia imediata. Então, nas sessões seguintes, o laser vermelho, que aumenta imediatamente a disponibilidade de óxido nítrico intra-celular, acelerando o metabolismo celular e incrementando a circulação tecidual, deverá ser o comprimento de onda de escolha. Outra possibilidade é combinar ambos os comprimentos de onda na mesma sessão. Em cada sessão de irradiação, uma profilaxia e isolamento relativo devem preceder a laserterapia. Podem ser realizadas de três a quatro sessões, com intervalos de 72 horas entre elas. Na primeira sessão é recomendável o emprego do comprimento de onda infravermelho (780 ou 808nm), com uma energia total de 4J por ponto, buscando a bioinibição para o estímulo doloroso. Nas outras 2 ou 3 sessões, o comprimento de onda vermelho (660nm) está indicado, mas a energia total deverá ser de 2J por ponto, para que ocorra desinflamação do tecido pulpar e bioestimulação para a formação de dentina reacional (LIZARELLI et al., 2001 a, b, c; LIZARELLI et al., 2015). Realmente a experiência clínica tem demonstrado que o intervalo de 72 horas parece ser o mais interessante, tanto para manter um nível confortável, durante o tratamento, quanto para minimizar a inflamação pulpar, contribuindo para o resultado final. Intervalos de uma semana entre as aplicações, não se mostram efetivas clinicamente, não para a maioria dos casos realizados.   Profa. Dra. Rosane de Fátima Zanirato LizarelliPhD e Pesquisadora em Biofotônica – IFSC/USP

IFSC é uma das unidades da USP com maior produção científica

Em levantamento apresentado recentemente através da designada Biblioteca Digital de Produção Intelectual (BDPI) da USP, uma plataforma que simplifica o acesso à produção intelectual dos pesquisadores da Universidade de São Paulo, constata-se que o Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) é uma das unidades uspianas com maior destaque na produção científica, mesmo sendo aquela que apresenta, comparativamente às outras, um número menor de docentes e pesquisadores. O empenho dos pesquisadores do IFSC/USP sempre teve duas vertentes ao longo dos anos e que foram se aprimorando com o decorrer do tempo: a primeira, num contexto puramente científico, sempre ombreou com o que de melhor se faz no exterior, motivo pelo qual foram aumentando as inúmeras colaborações com cientistas e universidades de ponta espalhadas pelo mundo, comprovando assim a excelência de nosso Instituto. A segunda vertente é o trabalho que vem sendo feito para resolver alguns dos problemas que mais afligem a sociedade, principalmente aqueles relacionados com a saúde e o bem-estar público. Nos laboratórios do IFSC/USP são projetados, desenvolvidos e disponibilizados à população, de forma gratuita e com a colaboração de médicos e restante pessoal técnico, protocolos, procedimentos clínicos e equipamentos que, de forma inovadora, apresentam soluções para detecção e tratamento dos mais variados tipos de doenças, entre os quais se contam diversos tipos de câncer, problemas odontológicos, fibromialgia, osteoartrose e osteoartrite, onicomicose, úlceras venosas e de pé de diabético, colo de útero e HPV, só para mencionar alguns. Se é um orgulho verificar através da BDPI que o Instituto de Física de São Carlos é uma jóia no contexto da Universidade de São Paulo, também não é menos verdade que essa excelência acarreta responsabilidades cada vez maiores, não no contexto de um simples ranking, mas na missão que o Instituto abraçou desde sua criação, que é se colocar ao serviço da sociedade, devolvendo a ela, com serviços e instrumentos gratuitos, o investimento público feito pelos contribuintes. A BDPI reune quase 925 mil registros, incluindo a produção científica, acadêmica, artística e técnica de pesquisadores, mais as teses e dissertações defendidas desde 1985 na maior universidade da América Latina, sendo que esses números são atualizados diariamente, à medida que os bibliotecários cadastram novos documentos.Contudo, no caso específico do IFSC/USP, observem-se abaixo os índices coletados, num trabalho executado pelas bibliotecárias do IFSC/USP – Maria Helena Di Francisco e Gracielli Batista Pepe Cardoso, ambas da Seção de Tratamento de Informação.    Produção científica Unidades USP   O gráfico apresenta os dados das 18 unidades com o maior número de produção científica geral (produção científica e teses/dissertações) da Universidade, disponíveis na BDPI, onde o IFSC aparece em 10° lugar, com 27.788 registros. Quando analisamos somente a produção científica per capita dessas mesmas unidades no banco Thycho, o IFSC aparece com o maior número de produção por docente. Produção científica geral Departamentos USP Ranking de autores com maior número de publicações gerais na BDPI Ranking de autores USP com maior de número de publicações gerais na BDPI     Produção científica geral Unidades USP – Citações  recebidas     O IFSC está bem classificado em relação às citações recebidas, tanto através do CrossRef (3° lugar) quanto na Dimensions (4° lugar). Fonte: https://www2.ifsc.usp.br/portal-ifsc/ifsc-e-uma-das-unidades-da-usp-com-maior-producao-cientifica/

ILIB – Laserterapia de amplo efeito sistêmico

O efeito da laserterapia localizada, ou seja, sobre um tecido lesionado e/ou em processo inflamatório, é bem conhecido: ocorre um alívio imediato da dor, redução do edema e aceleração da cicatrização. Essas respostas bem sucedidas deram origem a uma técnica de tratamento que tem sido muito explorada há quase 30 anos: a irradiação com laser vermelho ou infravermelho dentro de vasos sanguíneos. O primeiro objetivo é melhorar a circulação sanguínea, linfática, e, também a resposta imunológica. A terapia ILIB está indicada onde houver processos inflamatórios e dolorosos agudos e crônicos, doenças degenerativas, processos infecciosos, ou seja, todos os pacientes podem ser beneficiados.Não há contra-indicações, desde que a dosimetria esteja adequada considerando a via de administração e a faixa etária.O sucesso da terapia ILIB dependerá da dosimetria individualizada e revisada a cada sessão, ao longo do tratamento. Efeitos Fisiológicos: • controle da pressão arterial, • diminuição dos açúcares (glicose e triglicerides) e das gorduras (LDL) no sangue (glicose, triglicerides), • aumento da oximetria sanguínea, • aumento da circulação próxima a região da irradiação, • controle das enzimas hepáticas (TGP e TGO), • aumento da SOD, • redução da pressão intraocular (bom para glaucoma), • redução do conteúdo de proteína C reativa, • aumento a atividade do complemento, • aumento do nível plasmático de imunoglobulinas (IgA, IgM, IgG), • diminuição da capacidade de agregação trombocitária• ativação da fibrinólise que aumenta a circulação periférica, entre outros. Efeitos Clínicos: •  melhora na qualidade do sono,•  sensação de bem-estar e de auto-confiança,•  melhora na disposição para realizar tarefas físicas,•  facilitação para as atividades cognitivas,•  alívio de dores,•  alívio de inchaços,•  coadjuvante no emagrecimento.   Profa. Dra. Rosane de Fátima Zanirato LizarelliPhD e Pesquisadora em Biofotônica – IFSC/USP    

Inaugurado o Instituto Walter Bagnato

O Instituto Walter Bagnato foi inaugurado no dia  29 de setembro localizado junto à fábrica da MMO em São Carlos com o evento do projeto “Terapia Fotodinâmica Brasil” e BNDS, mas a sua história já existe há muito tempo. Conheça um pouco mais dela: Neste local funcionou por mais de 50 anos a oficina de Cromeação do Sr. Walter Bagnato. Ele foi o pioneiro em toda região em começar uma galvanoplastia que atendesse o desenvolvimento local. Acreditou que tudo é possível com trabalho e coragem. Passou de empregado a empregador, e sem dúvida, um exemplo de empreendedorismo numa terra que desde cedo mostrava vocação para tecnologia, além da agricultura. Esta cromeação, tornou-se referência em toda região, apesar de sempre ter sido pequena e operada de forma artesanal. Segundo Sr. Walter Bagnato “alguns tipos de trabalhos faz-se em grandes quantidade, outros necessitam de perfeição“. De fato, para ele, seu ofício era uma combinação de arte e técnica e a qualidade vinha antes do lucro.  Apesar de nunca ter frequentado uma universidade, entendia de seu ofício como um mestre. Mas a história não para por aí. Quando o primeiro microscópio brasileiro foi desenvolvido e precisava ser fabricado, cedeu parte de sua oficina para iniciar a produção. Sua atitude antecipou incubadora e parques tecnológicos da cidade permitindo lançar a primeira semente do que seria a MMO. O Sr. Walter Bagnato nunca cobrou um aluguel do uso de seu espaço e sempre se dispôs a ajudar a alavancar as novas ideias: “ninguém pode mudar seu destino sem mudar seus hábitos”. A coragem de vencer o desafio é a característica principal dos pioneiros. Por esta visão e por ter sido o primeiro a acreditar na MMO é que homenageamos dando a este local, o Seu nome.  

Você sabe a diferença de Laser e Led?

Laser e LED são duas fontes de luz que vem ganhando espaço e credibilidade como instrumentos de diagnóstico preciso e de tratamento eficiente. Apesar de serem igualmente muito bem indicadas, existem diferenças entre elas: 1 – Cor da luz (comprimento de onda): o Laser tem uma cor pura e bem definida, enquanto o LED apresenta uma “faixa estreita” de cor. Por exemplo, um laser pode ser Vermelho-laranjado OU Vermelho-vivo OU Vermelho-escuro, mas um LED vermelho poderá emitir todos esses vermelho juntos (LED vermelho 630+-20nm tem do vermelho-laranjado até o vermelho-escuro). O Laser tem uma cor bem determinada (Monocromaticidade) e o LED tem todas as tonalidades dessa cor (Policromaticidade); 2 – Coerência (direção da luz): enquanto um Laser segue no espaço um caminho reto (pense numa laser-pointer) (Coerente), um LED “abre” como uma “lanterninha”, perdendo sua intensidade quanto mais distante ele chegar (Não-Coerente); 3 – Potência (terapia ou cirurgia): um Laser e um LED poderão fazer Fotobiomodulação (acelerar cicatrização, aliviar dores, drenar inflamações, fotoativar biomateriais/democosméticos), PORÉM somente o Laser poderá ser Cirurgico (cortar, coagular, ablacionar). Profa. Dra. Rosane Lizarelli Laser e LED são duas fontes de luz que vem ganhando espaço e credibilidade como instrumentos de diagnóstico preciso e de tratamento eficiente. Apesar de serem igualmente muito bem indicadas, existem diferenças entre elas: 1 – Cor da luz (comprimento de onda): o Laser tem uma cor pura e bem definida, enquanto o LED apresenta uma “faixa estreita” de cor. Por exemplo, um laser pode ser Vermelho-laranjado OU Vermelho-vivo OU Vermelho-escuro, mas um LED vermelho poderá emitir todos esses vermelho juntos (LED vermelho 630+-20nm tem do vermelho-laranjado até o vermelho-escuro). O Laser tem uma cor bem determinada (Monocromaticidade) e o LED tem todas as tonalidades dessa cor (Policromaticidade); 2 – Coerência (direção da luz): enquanto um Laser segue no espaço um caminho reto (pense numa laser-pointer) (Coerente), um LED “abre” como uma “lanterninha”, perdendo sua intensidade quanto mais distante ele chegar (Não-Coerente); 3 – Potência (terapia ou cirurgia): um Laser e um LED poderão fazer Fotobiomodulação (acelerar cicatrização, aliviar dores, drenar inflamações, fotoativar biomateriais/democosméticos), PORÉM somente o Laser poderá ser Cirurgico (cortar, coagular, ablacionar). Essas seriam as diferenças básicas entre um Laser e um LED para uso nas áreas da Saúde !! Profa. Dra. Rosane Lizarelli

Clareamento dental: nova perspectiva para a Odontologia Estética

O Bright Max Whitening é a nova geração de clareadores dentais a LED, com funções de controle simplificadas e muito versáteis. O equipamento é o único no mercado a emitir luz espectralmente seletiva em torno do violeta, benefício que exclui o uso de agentes químicos como o peróxido de hidrogênio ou carbamida, que podem causar a sensibilidade dentária em alguns pacientes. O blog da Dental Cremer trouxe um dos estudos dessa nova tecnologia, confira o artigo completo. A busca por um sorriso branco e saudável associada ao desenvolvimento de novos materiais e técnicas, tem feito do clareamento dental um dos procedimentos estéticos realizados com maior frequência nos consultórios odontológicos. As técnicas realizadas em consultório, denominadas de clareamento em consultório ou assistido, têm sido amplamente utilizadas consistindo na aplicação de agentes clareadores, como peróxido de carbamida e hidrogênio, em altas concentrações com ou sem o uso de fonte de luz. A principal vantagem dessa técnica reside nos significativos resultados estéticos alcançados em algumas sessões. No entanto, a técnica requer do profissional da Odontologia conhecimento técnico-científico e cuidados especiais não apenas com as estruturas dentais, como também com os tecidos moles da cavidade oral. Apesar da efetividade demonstrada, os agentes clareadores utilizados principalmente em altas concentrações podem ocasionar alterações nos tecidos mineralizados e sensibilidade trans e pós-operatória. Dessa forma, o desenvolvimento e a introdução de novos produtos e técnicas para clareamento dental que não promovam alterações nos tecidos mineralizados, bem como efeitos colaterais apresenta fundamental importância por ser este um procedimento rotineiro nos consultórios odontológicos. O objetivo deste trabalho foi demonstrar por meio de relato de caso clínico uma nova técnica de clareamento dental utilizando-se fonte de luz capaz de quebrar os pigmentos responsáveis pelo escurecimento dental. Adicionalmente, abordaremos aspectos importantes da técnica como os benefícios e limitações. Neste relato de caso clínico, foi possível demonstrar que o uso apenas de luz violeta pode produzir energia suficiente para quebra de pigmentos na dentina promovendo dessa forma o clareamento dental. Para saber mais sobre o Bright Max Whitening acesse: https://mmo.com.br/pt-br/produtos/odontologia/bright-max-whitening